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divulgar minhas atividades ministeriais e publicar materiais de
cunho bíblico (da minha autoria ou não), além de trazer bons links,
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O conteúdo publicado no meu Blog é material cristão evangélico, principalmente artigos através dos quais demonstro o que penso, o que creio. Se eu conseguir, através de minhas ideias, fazer com que você use mais o cérebro que Deus lhe deu para analisar o conteúdo de nossa fé, abandonando os equívocos, os extremismos e os radicalismos, já me sentirei realizado! Afinal, não esqueça: o sangue de Jesus tirou teus pecados, mas não tirou tua inteligência e capacidade de pensar!
Os artigos que são de minha autoria estão à disposição de quem quiser utilizá-los, sem nenhuma restrição. Apenas peço aos que os usarem, em sites, blogs, apostilas, impressos e outros meios, que informem a autoria dos mesmos e o site de onde foram colhidos. Fique à vontade inclusive para alterá-los (desde que não altere o sentido da mensagem), acrescentando aquilo que na ocasião de sua elaboração o Espírito Santo não me concedeu. Quando o fizer, favor me enviar por e-mail uma cópia, para minha análise e publicação neste site com o devido crédito da sua coautoria.
Antecipo-vos que não sou um intransigente, e muito menos o dono absoluto da verdade. A verdade, inclusive, a meu ver não se trata do Evangelho ou das palavras proferidas por Jesus Cristo, mas sim do próprio Jesus Cristo. Somente Ele é a Verdade (Jo 14:6), e somente nEle os nossos pensamentos podem estar centrados naquilo que é certo e absoluto. Por isso, julgo importante permanecer em um constante estado de observação, pronto a mudar minhas ideias e meus conceitos sempre que me for provado que estou equivocado. Recuso-me a permanecer no erro! Embora tenha minhas próprias convicções, estou constantemente pronto a ouvir as ideias alheias e revisar cada uma das minhas. E creiam: muitas vezes já fui convencido de que minhas conclusões estavam equivocadas, e mudei meu rumo. Mas aviso: somente a coerência bíblica foi capaz desta proeza! Não mudo de opinião por meros argumentos ou por pressão. Todo argumento deve vir acompanhado de base bíblica adequada, contextualizada e equilibrada, além de argumentação sadia, lógica e coerente, embasada na Palavra e/ou nos princípios do bom senso.
"Sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso..." (Rm 6:4)
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Uma Palavrinha...
A GLÓRIA DA TERCEIRA CASA SERÁ MAIOR QUE A DA SEGUNDA
“Vai, e dize a meu
servo, a Davi: Assim diz o Senhor: Edificar-me-ias tu casa, para minha habitação? Porque em casa nenhuma habitei, desde o dia em que
fiz subir os filhos de Israel do Egito, até ao dia de hoje; mas
andei em tenda e em tabernáculo, e em todo o lugar em que andei, com
todos os filhos de Israel, falei, porventura, alguma palavra, com
qualquer das tribos de Israel, a quem mandei apascentar o meu povo
de Israel, dizendo: Por que me não edificais uma casa de
cedros? [...] Quando os teus dias forem completos, e vires a dormir
com teus pais, então farei levantar depois de ti a tua semente, que
sair das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este edificará
uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino, para
sempre. Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho:”
(2 Sm
7:5-7; 12-14)
Em dado momento de seu reinado, Davi percebeu que morava em um castelo luxuoso, ao passo que a Arca da Aliança, símbolo da presença do Senhor no meio do Seu povo, morava em uma tenda. Então, sentiu ardente e sincero desejo em seu coração de construir para o Senhor um templo, uma habitação fixa que substituiria o tabernáculo e centralizaria a nação em volta de Jerusalém. Compartilhou a ideia com um dos seus conselheiros espirituais, o profeta Natã, que a princípio concordou e estimulou-o a por em prática o seu projeto. Deus, porém, não lho permitiu construir tal obra. Obediente, Davi abandonou a execução, mas não o projeto. Separou boa parte do material necessário, e seu filho e sucessor no trono, Salomão, o edificou entre 1000 e 950 aC. Mais tarde, após sua destruição por Nabucodonosor, rei da Babilônia, Zorobabel o reconstruiu, em torno de 550aC. Este templo de Zorobabel foi o templo onde o Senhor Jesus, o Deus Eterno feito carne, pôs seus pés. Daí a glória da segunda casa ter sido maior que a da primeira!
O templo era o centro da religiosidade judaica, símbolo máximo da presença de Deus, pois era lá que Ele habitava. Era o lugar escolhido e designado por Deus para se fazer oferendas e sacrifícios, o local onde a adoração era plenamente recebida pelo Senhor. Isto era bom, pois centralizava-se o culto em um único lugar e evitavam-se erros e excessos. Somente sacerdotes e levitas poderiam participar das cerimônias. Os judeus deveriam peregrinar a Jerusalém e visitar o templo pelo menos uma vez ao ano (esta cultura permanece viva na relação entre os muçulmanos e Meca, e entre os judeus e Jerusalém), quando faziam suas oferendas, pagavam seus votos etc. A ruína do templo que permaneceu de pé após a sua destruição, o Muro das Lamentações, que não fazia parte do templo de Zorobabel, mas foi erguido por Herodes em 20aC como um muro exterior, até hoje é visitado por judeus e cristãos do mundo inteiro, que fazem suas orações e as deixam escritas em papeis, introduzindo-os entre suas pedras. Há histórias (ou estórias) que apontam para a existência, em local secreto, de todo o material necessário para uma rápida reconstrução, quando o povo judeu recuperar a posse do seu terreno original, onde hoje está erguida uma grande mesquita islâmica ― o local é igualmente sagrado para os muçulmanos; dá pra ver a sua importância para as três maiores religiões monoteístas do mundo!
Com o advento de Cristo e a instituição da Nova Aliança no Seu sangue, a função do templo como casa de Deus e o centro da religião deixou de existir, de sorte que hoje cada cristão é templo e morada do Espírito Santo (1 Co 3:16). O próprio Senhor Jesus, questionado pela mulher samaritana sobre o local adequado para se adorar a Deus, mostrou que os locais físicos designados pelos homens e religiões, tais como o monte em Samaria ou o templo de Jerusalém, não se encaixavam na óptica da Nova Aliança: “...a hora vem, em que, nem neste monte, nem em Jerusalém, adorareis o Pai... Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem“ (Jo 4:21, 23).Lamentavelmente, nem todos querem aceitar esta verdade.
Lamento profundamente a decisão de uma grande denominação “não-evangélica” (eles mesmos afirmam que não são evangélicos, e eu concordo inteiramente com eles ― a bem da verdade, acho difícil reconhecer alguns que fazem parte desta seita como cristãos!) de construir uma réplica exata do templo de Salomão em São Paulo. A meu ver, além de ser uma obra que retrata muito mais um sonho de megalomania, trata-se de uma afronta a Deus e à Igreja.
Não há nas Escrituras qualquer solicitação ou orientação para que a Igreja erga templos ― e o bom senso complementa que o mesmo se aplica muito mais a templos suntuosos. Ao contrário, o Cristianismo começou (e deveria ter continuado!) de forma simples: as igrejas (o povo) se reuniam nas casas. Até dá para compreender que se construam casas dedicadas exclusivamente para o culto a Deus, mas para que a ostentação de grandes obras, tão comuns em todas as denominações atuais ― cada uma querendo fazer um templo maior e, mais luxuoso que o do "concorrente"! ― quando o que Deus sempre pediu foi a simplicidade? Posso compreender que devemos buscar fazer o melhor para nosso Deus. O próprio Salomão, ao construir o primeiro templo, afirmou a Hirão, rei de Tiro, que “a casa ... há de ser grande; porque o nosso Deus é maior do que todos os deuses” (2 Cr 2:5). Entretanto, fazer o melhor para Deus significaria esbanjar uma fortuna incalculável, desprezando as Escrituras, única regra de fé e prática para a igreja, que não prevê nem pede qualquer construção de templos suntuosos para cultuar a Deus?
E por que exatamente a réplica de um templo cujos sacrifícios cessaram e não mais são exigidos na Nova Aliança, já que o sacrifício final e suficiente do Cordeiro de Deus já foi realizado? E como é que os apóstolos não tiveram uma ideia destas? Se o próprio Mestre havia-lhes dito que o templo de Jerusalém seria destruído, não ficaria pedra sobre pedra, por que não utilizar o dinheiro que era depositado aos seus pés para construir um novo templo, desta vez dedicado ao Senhor Jesus Cristo? Por que não unificar a Igreja, erguer um monumento à altura do Messias e da nova doutrina que Ele veio implantar?
Tudo se trata de uma questão de prioridades. Na igreja primitiva, a prioridade era o crente. Hoje, a prioridade é a seita, a religião, a liderança, a ostentação e o orgulho pessoal. Para os apóstolos, ao invés de se construir obras suntuosas era muito mais importante sustentar os irmãos mais pobres, e era para esta finalidade que esta fortuna depositada aos seus pés era destinada.
Promover e defender a construção de um “templo” nestas características (idêntico ao templo de Salomão) e com estes propósitos ("unificar" a igreja — a denominação! —, ou promover-se como "A Igreja") parece ser muito mais que um sonho megalomaníaco; parece ser um desconhecimento total das Escrituras, da vida primitiva da Igreja, das prioridades no uso dos dízimos e ofertas, da realidade financeira do povo, do descaso com o dinheiro doado (é fácil gastar o dinheiro que não nos pesa no próprio bolso; na minha terra, chama-se isso de "atirar com a pólvora alheia"). Parece-nos a atitude dos filhos de Eli, que "desprezavam a oferta do Senhor" (1 Sm 2:17) usando-a em coisas fúteis.
É finalmente desconhecer e negar que o verdadeiro templo de Deus é cada crente, de forma individual. Parece ser uma forma muito "criativa" e justificável de mostrar que é a igreja mais rica, a melhor, a maior, a mais próxima de Deus. Mas como Laodicéa, o que esta construção demonstra na verdade é a desgraça, miserabilidade, cegueira, pobreza e nudez de quem edifica.
A igreja dos tempos apostólicos reunia-se nas casas, e nos tempos de perseguição em lugares escusos. A presença do Espírito Santo em Seu santo templo, o crente, era tão real que chegaram a se reunir em lugares considerados imundos pelos frequentadores do templo: as catacumbas de Roma. Estes sepulcros, que a lei proibia contato e proximidade sob pena de se tornar-se o homem imundo, não tornavam os genuínos templos do Senhor imundos diante dEle.
Somente com a apostasia romana os cristãos passaram a construir e supervalorizar templos feitos pelas mãos humanas, construindo prédios suntuosos e cheios de riqueza e opulência — o antagonismo do verdadeiro Cristianismo. Catedrais e basílicas recobertas de ouro foram edificadas em honra Àquele que nasceu em uma manjedoura e entrou na Cidade Santa montada em um jumentinho. É incrível, mas ninguém percebe que desde a lei mosaica Deus mostra que habita na simplicidade, que deve ser adorado na simplicidade, que as obras humanas não podem alcançá-lO, e nada o homem pode fazer para construir altares para a adoração, senão usando os elementos simples deixados pelo próprio Deus: "Um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas e as tuas vacas, em todo o lugar onde eu fizer celebrar a memória do meu nome, virei a ti e te abençoarei e, se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas: se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás" (Êx 20:24-25).
A própria construção do templo de Salomão parece ter sido um equívoco, mas que Deus tolerou. A prova que Deus não pedira nem aceitara os planos de Davi para construir o templo é que Ele disse a Salomão: "Ouvi a tua oração, e escolhi para mim este lugar, para casa de sacrifício" (2 Cr 7:12). A tolerância divina se deu após a oração de Salomão, e não na ocasião que Deus falara com Davi! Graças a esta tolerância, o Senhor abençoou o templo e prometeu habitar naquele lugar. Leiam-se os textos que narram o desejo de Davi em construir o templo e a resposta enviada por Deus ao rei por intermédio de Natã (2 Sm 7:1-17; 1 Cr 17:1-15). Eles deixam claro que Deus nunca pediu e nem estava pedindo e muito menos autorizando a construção de um templo, pois ele sempre habitou na simplicidade das tendas, peregrinando entre as tribos, seguindo junto com o povo nas suas batalhas. Porém, Davi entendeu que Ele, o Senhor, falava de Salomão, e fez todos os preparativos para que o seu sucessor promovesse a construção do templo.
Os textos em questão não tratam da autorização divina para a construção do templo por Salomão. Deus na verdade estabelece com Davi uma aliança que se cumpriria na Semente de Davi que se levantaria APÓS a sua morte, ou seja, no Messias, e não em Salomão. É só ler para perceber: "Quando os teus dias forem completos, e vires a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti a tua semente, que sair das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino, para sempre...." (2 Sm 7:12-13). Lendo as Escrituras é fácil perceber que o reinado de Salomão não foi confirmado para sempre, pois cessou por ocasião da destruição do Reino de Judá por Nabucodonosor. Somente quando Jesus consumou Sua obra e edificou a Igreja, o verdadeiro templo foi edificado, e o reinado de Davi estabeleceu-se nEle, em Cristo, para sempre. Este templo é a Igreja, e mais precisamente cada crente, de forma individual. Isto foi confirmado depois por Paulo, apóstolo aos gentios, quando disse: "Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? " (1Co 3:16 - veja também 1 Co 6:19; 2 Co 6:16).
Um dos interesses de Jesus durante Seu ministério foi mostrar aos seus seguidores que o templo não tinha função para a Nova Aliança que ele estabeleceria. Já na conversa dEle com a mulher samaritana, indagado acerca do local adequado para a adoração a Deus deixa claro que templo algum, ou qualquer elemento visível seria o referencial da adoração. “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”. Quando foi abordado por um grupo de apóstolos admirado com a construção magnífica do templo, mostrou indiferença e deixou claro que tudo aquilo seria destruído, aniquilado. Ponto final.
Alguém vai me dizer que os apóstolos frequentavam o templo. Sim. Eles eram judeus, e como tal iniciaram a pregação do Evangelho de Jesus pelo templo e pelas sinagogas. Mas basta ler o livro de Atos para perceber que eles eram persona non grata naquele ambiente. Pedro e João, a partir de milagres e pregações feitas no templo foram presos e chicoteados; Paulo foi preso no templo. Paulo, em dado momento de seu ministério de pregação nas sinagogas, percebeu que estava jogando pérolas aos porcos e abandonou o ambiente. O templo e as sinagogas deixaram de ser ambientes onde os cristãos eram bem recebidos. Tudo por plano e providência divinos, a fim que que a Igreja tomasse seu próprio rumo, longe do Judaísmo, de suas liturgias e objetos/ambientes de culto.
Permitam-me algumas colocações, para encerrar meu artigo:
Primeiro, a destruição do templo físico de Jerusalém, de forma inexorável, foi determinada por Deus, e ajudou em muito a compreensão da Igreja primitiva da inutilidade de templos físicos para a Nova Aliança, pelo menos nos padrões e nos valores que o templo tinha perante a Antiga Aliança. Jesus afirmou que não ficaria pedra sobre pedra, juízo que se cumpriu de forma literal, indicando total destruição de um símbolo que perdera sua razão de existir.
Segundo, a igreja desde o primeiro século precisava se desapegar do templo, pois ele não mais pertencia à igreja, mormente à igreja gentia. Paulo jamais orientou a igreja dos gentios a peregrinar a Jerusalém, até porque era proibido aos gentios entrar no templo, coisa que profanaria o lugar sagrado (At 21:28). Sua destruição fez com que os crentes de Jerusalém se espalhassem pela terra, pregando a palavra a todos. Deus não tem interesse em unificar cristãos através de um templo, mas espalhá-los para que eles por sua vez espalhem as boas novas da salvação.
Terceiro, a idéia desta “grande igreja” em reconstruir o templo como sinal de unificação da Igreja nada tem a ver com tal unificação, pois isto verdadeira e unicamente se dá com a unificação da doutrina, num retorno à Doutrina dos Apóstolos. Analisadas as doutrinas e práticas desta denominação, vemos que elas estão muito distantes desta doutrina primitiva, Lamentavelmente eles preferem os atalhos ao verdadeiro caminho quando dizem: unifiquemos a igreja através deste templo, pois é mais fácil e menos custoso que reconhecer nossas décadas de erro e que conduzir o povo à sã doutrina.
Quarto, chama a minha atenção nas Escrituras a última vez que os homens resolveram edificar algo que os tornassem poderosos, logo após o dilúvio. O texto sagrado afirma que eles "...disseram: eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre, cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra" (Gn 11:4 - grifo meu). Este parece ser o maior objetivo desta "denominação não-evangélica": estabelecer um nome, tocar o céu, criarem para si uma fama diante da humanidade e das demais denominações, evangélicas e não-evangélicas.
Quinto, esta réplica parece-me ser mais uma das muitas afrontas feitas pela igreja contra objetos sagrados da religião judaica. Hoje, utiliza-se indevidamente o shophar em muitas igrejas "evangélicas". Já ouvi histórias de igrejas que constroem altares de incenso e mesa de pães da proposição (com direito aos pães na mesa!). Em outras, profana-se até a arca da aliança, criando réplicas, tomando-as nos ombros e fazendo verdadeiras "procissões" dentro da igreja, incentivando pessoas a tocarem nelas, desconhecendo a proibição explícita de Deus para tocar neste objeto. Leia-se a história de Uzá (2 Sm 6:1-11), e poderão constatar que a desobediência de tocar na arca era punida com a morte, mesmo quando o transgressor tivesse a melhor das intenções... Agora, parece que não se contentaram em profanar só alguns objetos, mas o farão com o templo inteiro, e com todos o conjunto de seus objetos...
Sexto, este terceiro templo parece-me um cumprimento das Escrituras, quando retratam o Anticristo e sua manifestação. Paulo, apóstolo, afirma que “...o homem do pecado, o filho da perdição... se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2 Ts 2:3-4). Taí a grande oportunidade de alguém fazer da Terceira Casa um local tão grandioso e tão magnífico que a sua glória excederá as duas casas anteriores, substituindo-as. É grande a possibilidade de o Anticristo se aproveitar dela para disseminar seu ódio ao verdadeiro Cristo, e um dos passos para que isto ocorra é aniquilar os ensinamentos do Cristo, transformando-os em um amontoado de justificativas para a exploração de um povo muitas vezes sincero em sua devoção a Deus, mas que não o faz baseado nas diretrizes deixadas por Deus nas Escrituras, não por culpa dele, do povo, mas de sua liderança, que faz questão de afastá-lo cada dia mais da sublimidade da Palavra de Deus.
À vista de todas estas coisas, eu convoco a todos os cristãos que têm bom senso e crêem nas Escrituras a não darem crédito nem atenção a este templo de araque. Ignorem-no! Aqui onde eu moro a mesma "denominação" construiu uma catedral imensa, a maior do Estado, na principal avenida da capital, e quando passo em frente faço de conta que nem a vejo! Não posso enxergar como catedral ou templo um espaço físico suntuoso onde as Escrituras são diuturnamente espezinhadas com práticas, doutrinas e costumes que a negam (Tt 1:16).
O templo verdadeiro sou eu, é você, é aquele em quem o Espírito Santo habita verdadeiramente. Os demais são só um amontoado de pedras, tijolos e cimento, no máximo são a casa onde a Igreja se reúne. Esta réplica é somente um altar de pedras lavradas, que certamente o Senhor não atentará para ele. Duvido que a glória que encheu a primeira Casa, e o Filho de Deus que pisou na segunda, estejam presentes na terceira!
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Belas foram as palavras de Estêvão: "...Salomão lhe edificou casa; Mas o Altíssimo não habita em templos, feitos por mãos de homens, como diz o profeta: O céu é o meu trono, e a terra o estrado dos meus pés. Que casa me edificareis? diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso? Porventura não fez a minha mão todas estas coisas? Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido..." (At 7:47-51). No dia que as pronunciou, foi apedrejado pelo que disse.
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GENIZAH
Eis aqui um site de apologética (defesa da fé ortodoxa)
que mistura a sã doutrina com humor e sarcasmo... Se você quer conhecer o CQC gospel, está no
lugar certo (desculpa aí, Marcelo Tas... eu não quis ofender...)! Site FANTÁSTICO! Feito para
quem quer aprender a ler, pensar e criticar. Tem um monte de gente amaldiçoando
o site, mas eu creio que Deus o está abençoando, por se tratar de uma voz que
clama no deserto de defensores da Doutrina dos Apóstolos! -
O EVANGELHO EM 3 MINUTOS
Muito bom site! Aqui você encontra o Evangelho explicado em mensagens de três minutos cada, no formato MP3. Arquivos gravados e mantidos pelo irmão Mário Persona, a meu ver um dos mais coerentes defensores e pregadores da nossa fé cristã. Aproveitem e naveguem nos muitos links, pois tem muuuiiita coisa boa oriunda da pena do Mário! -
O QUE RESPONDI
Este site é igualmente mantido pelo irmão Mário Persona. Trata-se de perguntas que ele recebe e responde. Vale a pena ser "dissecado", pois como eu já falei o irmão Mário é uma das pessoas mais coerentes e sábias que já vi no sentido de explanar as Escrituras. -
CRISTÃO CONFUSO
Outro site muito bom. De um tal de Zé Luís, que de confuso parece não ter nada, tem um conteúdo com muito humor e muitos artigos bíblicos de qualidade, em defesa da sã doutrina. Você não vai se arrepender em acessar! -
BLOG DO CIRO
Mantido pelo Pr. Ciro Sanches Zibordi (Assembleia de Deus, RJ), este Blog chama a atenção pela coerência doutrinária e bíblica do seu autor, um assembleiano centrado nas Escrituras e desprovido de extremismos. -
CONSCIÊNCIA E FÉ
Mais um blogueiro louco, o Lucas Porto! Coisas muito boas! Vale à pena acessar e garimpar! -
MULHERES SÁBIAS (BLOG DA RÔ)
Atenção, machistas de plantão! Dêem uma olhada no blog desta varoa de Deus e constatem o óbvio: as mulheres também pensam, e muitas vezes o fazem melhor que muitos marmanjos por aí!! -
CULTO RACIONAL
Nas minhas andanças pela Internet, encontrei um blog fantástico, de um tal de Guilherme Adriano, um jovem, pouco mais de 20 anos, mas que parece que sabe pensar... Nem tudo está perdido! Me apaixonei pelo cara como Davi por Jônatas ("pastores" gays, não me interpretem mal!). Recomendadíssimo! -
NEOPROTESTANTE
Assim o Magno Paganelli apresenta seu blog: "Neoprotestante é um contraponto ou uma antítese aos neopentecostais. Sou neoprotestante porque não concordo com o evangelho de balcão, de barganha. Creio na graça de Deus - não na graça barata, bastante difundida hoje, em oposição ao evangelho puro e simples das páginas da Bíblia" Precisa dizer mais alguma coisa? Acessem! -
ÍNDICE TJ
Se você está procurando um site com tudo sobre as Testemunhas de Jeová, achou! -
PORTAL DOS EVANGÉLICOS
Aqui tem de tudo um pouco... Muita coisa boa... Vale a pena visitar o site. Basta garimpar e "filtrar"...
Bem Dito!!!
Fiz uma aliança
com Deus: que Ele não me mande visões, sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito
com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que
preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir. (Martinho
Lutero)
Se um arcanjo
oferecesse-me alguma verdade nova, eu lhe pediria referência bíblica. (A. W.
Tozer)
As Escrituras
afirmam que os primeiros cristãos viraram o mundo de cabeça para baixo (At
17;6); em nossa geração, o mundo está virando a igreja de cabeça para baixo. (John
MacArthur - garimpado no blog
NÃO OBRIGADO)
Na Igreja, a
música alimenta a alma, e a Palavra de Deus alimenta o espírito... mas o
púlpito, o palco e o público alimentam a carne e o ego. (Autor Desconhecido - colhido
no Facebook )
A Igreja
Evangélica, hoje, se parece com a Igreja Católica dos dias de Lutero, e
ironicamente, a Igreja Católica de nossos dias atuais se parece com a Igreja
Protestante no início da Reforma. (Sérgio
Ricardo, em seu
Blog)
A igreja pós
reforma baseava-se nas Cinco Solas, mas lamentavelmente a igreja do
Século XXI se baseia na meia sola, ou seja, encontra-se desfigurada
diante de tantas doutrinas destonantes e mal costuradas. (Zilton
Alencar)
Observando pessoas religiosas e seus costumes,
vi o seguinte: os religiosos
visitam mais os mortos do que os vivos, e até consagraram um dia para honrá-los;
os religiosos oram mais pelos mortos do que pelos vivos; os religiosos dão mais
importância, mais atenção e mais honrarias aos mortos do que aos vivos;
cemitérios são mais adornados por flores e fotos de gente sorrindo do que uma
casa de família; dá-se mais honrarias e demonstra-se mais respeito diante de um
túmulo do que diante de um pai de família à mesa; os religiosos dão presentes e
flores somente aos mortos; mais dinheiro é gasto para o conforto da moradia dos
defuntos do que para a dos vivos... Então concluo que o deus dos religiosos está
realmente morto. (Guilherme Adriano)
Para
o religioso, o legalista, o fariseu, a cruz é sempre insuficiente. Para o
erudito, o intelectual, ela é loucura e fanatismo! Para os primeiros, a cruz é
pouco. Não basta crer naquilo em que a fé cristã está totalmente
alicerçada. Não basta mais crermos no que Cristo fez; é preciso fazer
sempre e amiúde um
upgrade, uma atualização, uma melhora e uns ajustes no que Ele,
equivocadamente, disse já estar consumado. Para os segundos, os intelectuais,
racionalistas, carnais, os que só crêem no que vêem, tocam ou sentem, os
cidadãos do "império dos sentidos", a cruz é sempre um exagero e loucura. (Rubinho
Pirola)
Na igreja cristã há duas visões antagônicas
em relação à volta de Cristo versus nosso relacionamento com os
bens materiais. Na igreja primitiva, os
cristãos se desfaziam de seus bens em benefício dos mais pobres, pois
criam na iminência da volta de Cristo; na igreja atual
busca-se cada vez mais o enriquecimento e a prosperidade, associados à
ganância e à individualidade, já que
“percebeu-se” que a volta de Cristo não é tão iminente assim.
Infelizmente, uma destas duas visões está completamente errada... (Zilton
Alencar)
O sangue de
Jesus Cristo tirou os meus pecados, mas não tirou a minha inteligência! (autor
desconhecido)



